E logo ele que me fez sorrir com a alma, me pediu perdão.
Eu não o perdoaria jamais.
Não aceitaria que ele mudasse,
Não aceitaria que ele ficasse.
Não se muda um coração tão nobre,
Não se perdoa a quem não te fez mal.
Jamais permitiria que ele mudasse só para ficar comigo,
Só para me ter por mais um pouco.
Ele sabe tudo ao meu respeito, sabe e conhece cada detalhe de mim,
Decifra minhas vontades e gestos com maestria.
Aceita meus sonhos, não questiona.
Eu queria ser questionada.
Queria ser tirada do pedestal, amada como mulher – não como santa.
Vista como sou, cheia de defeitos incuráveis.
Repleta de traumas, por vezes, fora de mim.
Ser santa cansa, ainda mais quando não se é.
Não posso deixar você ficar,
Mas confesso que está doendo te ver ir embora.
Fica mais um pouco, não me peça nada, não fale nada – Silêncio.
Espera eu adormecer.
Acalma minha alma que em pranto não sabe se explicar.
Não me faça promessas, nem me aceite mais como eu sou.
Seja egoísta, se ame mais do que a mim.
Não olhe para trás, me odeie pelo seu tempo perdido.
Guarde com carinho todas as lembranças,
Mas jamais as traga para perto do seu presente, evite comparações.
Seja cada segundo mais feliz do que nós fomos.
Me mate de inveja.
“Amor igual ao teu eu nunca mais terei”
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
18 anos - A maior idade da dor
Eu não lembraria sozinha,
Mas hoje fazem 18 anos que você me deixou.
Aí que raiva!
Raiva da saudade que eu sinto, da falta que você me faz.
Da lágrima que se joga sempre que eu penso em você.
Que dia ruim de lembrar,
Que aperto na minha alma.
Queria que todos os momentos tivessem sido ruins,
Queria nunca ter ouvido você me contar histórias.
Queria que as conquistas da minha infância tivessem sido menos comemoradas,
Que meu dom de ser desastrada tivesse te irritado ao menos uma vez.
Que as tardes de brincadeiras intensas tivessem tido um segundo de desentendimento.
Que saudade.
Saudade por ter sido você o meu pai quando eu tanto precisei ter um.
Por teres segurado a minha mão e me ensinado a pintar as tarefinhas,
Saudade de te ver deitado ouvindo atento ao jogo do vasco,
Dos bolinhos de inhame e toda paciência que vinha com eles.
Saudade de te ter como referência.
Tivemos tão pouco tempo, que injusto!
Passaria horas te ouvindo, te cuidando.
Mas não pude, não deu tempo.
Obrigada vozinho pela infância maravilhosa que tive perto de você!
“Naquela mesa está faltando ele e a saudade dele está doendo em mim”
Mas hoje fazem 18 anos que você me deixou.
Aí que raiva!
Raiva da saudade que eu sinto, da falta que você me faz.
Da lágrima que se joga sempre que eu penso em você.
Que dia ruim de lembrar,
Que aperto na minha alma.
Queria que todos os momentos tivessem sido ruins,
Queria nunca ter ouvido você me contar histórias.
Queria que as conquistas da minha infância tivessem sido menos comemoradas,
Que meu dom de ser desastrada tivesse te irritado ao menos uma vez.
Que as tardes de brincadeiras intensas tivessem tido um segundo de desentendimento.
Que saudade.
Saudade por ter sido você o meu pai quando eu tanto precisei ter um.
Por teres segurado a minha mão e me ensinado a pintar as tarefinhas,
Saudade de te ver deitado ouvindo atento ao jogo do vasco,
Dos bolinhos de inhame e toda paciência que vinha com eles.
Saudade de te ter como referência.
Tivemos tão pouco tempo, que injusto!
Passaria horas te ouvindo, te cuidando.
Mas não pude, não deu tempo.
Obrigada vozinho pela infância maravilhosa que tive perto de você!
“Naquela mesa está faltando ele e a saudade dele está doendo em mim”
domingo, 11 de setembro de 2011
Roteiro CENSURADO!
Já me flagrei triste pela felicidade alheia!
Quase morri de inveja.
Alguém tinha realizado minhas vontades, estado no “meu lugar”.
Vivendo a minha vida.
Quis que desse tudo errado pra ela,
Desejei que tudo pudesse começar do zero,
Só que dessa vez, a protagonista da minha história seria eu.
Eu atuando a minha biografia.
Mas não dava.
Tudo deu certo para a nova protagonista.
Eu até quis sair de cena, mas não consegui.
Acabei me contentando com um papel menor, menos importante.
Me alimento deste papel.
Sobrevivo para ter aqueles poucos segundos de atuação plena.
Escapo por saber que mesmo doendo depois, vale a pena agora.
Querer viver algo intensamente não é pecado, não é errado.
Quero um papel maior, quero ser o motivo da existência.
Viver aquela linda história sonhada e que não foi vivida.
Fazer a história ser real.
Prender a plateia, prender-me!
Despir-me das fantasias dos contos
Viver baseada nos fatos reais, com cenas legítimas.
Não precisa ser inédito, não deve ser perfeito.
Quero cometer erros ao vivo.
Mas tudo tem que acontecer enquanto é tempo
Tudo tem que permanecer em harmonia com a vida real.
Não sei atuar pela metade,
Quero poder amar o par perfeito antes do derradeiro aplauso.
“Quem quer viver bem no presente encontra o seu lugar, seu lugar nos braços do sossego”.
Quase morri de inveja.
Alguém tinha realizado minhas vontades, estado no “meu lugar”.
Vivendo a minha vida.
Quis que desse tudo errado pra ela,
Desejei que tudo pudesse começar do zero,
Só que dessa vez, a protagonista da minha história seria eu.
Eu atuando a minha biografia.
Mas não dava.
Tudo deu certo para a nova protagonista.
Eu até quis sair de cena, mas não consegui.
Acabei me contentando com um papel menor, menos importante.
Me alimento deste papel.
Sobrevivo para ter aqueles poucos segundos de atuação plena.
Escapo por saber que mesmo doendo depois, vale a pena agora.
Querer viver algo intensamente não é pecado, não é errado.
Quero um papel maior, quero ser o motivo da existência.
Viver aquela linda história sonhada e que não foi vivida.
Fazer a história ser real.
Prender a plateia, prender-me!
Despir-me das fantasias dos contos
Viver baseada nos fatos reais, com cenas legítimas.
Não precisa ser inédito, não deve ser perfeito.
Quero cometer erros ao vivo.
Mas tudo tem que acontecer enquanto é tempo
Tudo tem que permanecer em harmonia com a vida real.
Não sei atuar pela metade,
Quero poder amar o par perfeito antes do derradeiro aplauso.
“Quem quer viver bem no presente encontra o seu lugar, seu lugar nos braços do sossego”.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A colecionadora de inimigos
Só aqueles que realmente fizeram a diferença, possuem inimigos.
Não é que use de má fé, ou agrida.
É só quem bate de frente, defende os seus.
Esses possuem inimigos!
Só aquele que sabe o limite e o ultrapassa quando o que está em jogo é a felicidade.
É defender um posicionamento, mesmo que seja preciso troca-lo no caminho.
É se fingir de frágil para matar um leão por dia.
É ser forte o suficiente para se deixar amar.
É querer tanto o bem, que faz o mau.
Não ser compreendida faz parte, e por isso, ganha mais um inimigo.
Mais um, mais um, mais um...
Quero vários inimigos.
Quero uma história nobre por ter adquirido cada um deles em meu currículo.
Quero causas nobres,
Quero mudar o que não se achava possível,
Quero adequar todas as situações.
Tenho desejos coletivos,
Revolucionários!
Quero um mundo melhor, quero o simples e o composto.
Quero ser igual a minha Maria.
Que venham quantos inimigos forem preciso ter,
Não os escolherei, mas me deixarei ser escolhida.
Não tiro minha cara da tapa.
Não tenho medo da luta.
Não entro num duelo em vão.
Não estou disposta a parar...
Se você voltou para o ringe, espero que esteja preparado para perder.
Eu estou disposta a ganhar.
A família Miranda mais uma vez se une contra o mesmo inimigo.
Somos uma fortaleza, e Dona Maria precisa de nós!
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho,
eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho"
#ManiaDeTerFéNaVida
Não é que use de má fé, ou agrida.
É só quem bate de frente, defende os seus.
Esses possuem inimigos!
Só aquele que sabe o limite e o ultrapassa quando o que está em jogo é a felicidade.
É defender um posicionamento, mesmo que seja preciso troca-lo no caminho.
É se fingir de frágil para matar um leão por dia.
É ser forte o suficiente para se deixar amar.
É querer tanto o bem, que faz o mau.
Não ser compreendida faz parte, e por isso, ganha mais um inimigo.
Mais um, mais um, mais um...
Quero vários inimigos.
Quero uma história nobre por ter adquirido cada um deles em meu currículo.
Quero causas nobres,
Quero mudar o que não se achava possível,
Quero adequar todas as situações.
Tenho desejos coletivos,
Revolucionários!
Quero um mundo melhor, quero o simples e o composto.
Quero ser igual a minha Maria.
Que venham quantos inimigos forem preciso ter,
Não os escolherei, mas me deixarei ser escolhida.
Não tiro minha cara da tapa.
Não tenho medo da luta.
Não entro num duelo em vão.
Não estou disposta a parar...
Se você voltou para o ringe, espero que esteja preparado para perder.
Eu estou disposta a ganhar.
A família Miranda mais uma vez se une contra o mesmo inimigo.
Somos uma fortaleza, e Dona Maria precisa de nós!
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho,
eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho"
#ManiaDeTerFéNaVida
Eu quero dançar
Hoje estou triste sim amiga(o).
A alma triste, cansada.
Mas não precisa parar.
Não precisa mascarar a felicidade em prol da minha tristeza.
Quero ver os sorrisos,
Quero perto de mim as almas leves.
Sem mudanças,
Sem mentiras.
Não me perguntem se estou bem,
Não questionem o meu silêncio.
Não queiram explicações pelo meu olhar perdido.
Não se afastem de mim.
Me chamem pra dançar,
Coloquem a música na altura máxima,
Me deixem sem par.
Quero dançar só, solta!
Quero meus amigos, quero a paz que vocês me trazem.
Quero aquele bom e velho abraço apertado,
Quero conversas francas, desabafos espontâneos,
Quero vocês como sempre estiveram...
“Não ligue se acaso meu pranto rolar, tudo bem...”
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Brincadeira de Criança
Ando tão sem tempo
Ando tão fora de mim.
Faço todos aqueles passeios que eu gosto, mas eu nem gosto!
Nem os faço por mim.
Não tenho lido aquele livro que comprei a meses.
Não tenho estados com os meus, aqueles realmente meus.
Não tenho dado gargalhadas de alegria, e sim de cordialidade.
Não tenho sido eu.
Criei um personagem,
Diria até que eu sou esse personagem.
Uma fração de mim é isso.
Uma parte pequena, bem pequena!
Eu gosto de gritar, de brigar.
De manter minha opinião, de não precisar calar.
Gosto de cair no choro sem me conter,
Gosto de não precisar de máscaras.
Sou educada, quase refinada.
Mas adoro quando me esqueço disso.
Adoro ser mutável.
Forte e frágil, no mesmo dia, na mesma frase.
“Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz”
Ando tão fora de mim.
Faço todos aqueles passeios que eu gosto, mas eu nem gosto!
Nem os faço por mim.
Não tenho lido aquele livro que comprei a meses.
Não tenho estados com os meus, aqueles realmente meus.
Não tenho dado gargalhadas de alegria, e sim de cordialidade.
Não tenho sido eu.
Criei um personagem,
Diria até que eu sou esse personagem.
Uma fração de mim é isso.
Uma parte pequena, bem pequena!
Eu gosto de gritar, de brigar.
De manter minha opinião, de não precisar calar.
Gosto de cair no choro sem me conter,
Gosto de não precisar de máscaras.
Sou educada, quase refinada.
Mas adoro quando me esqueço disso.
Adoro ser mutável.
Forte e frágil, no mesmo dia, na mesma frase.
“Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz”
[Confissão]
Meu corpo tem sede
Acorda quase sempre com sede!
Arde de desejo, mas cheio de despeito.
Piso atrás. [MEDO]
Forte, sou forte [Repito]
Por isso piso forte, grito roco.
Não deixo ecoar, grito sempre baixinho.
Para nem você escutar.
“E quando eu não aguentar mais, vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.”
Meu corpo tem sede
Acorda quase sempre com sede!
Arde de desejo, mas cheio de despeito.
Piso atrás. [MEDO]
Forte, sou forte [Repito]
Por isso piso forte, grito roco.
Não deixo ecoar, grito sempre baixinho.
Para nem você escutar.
“E quando eu não aguentar mais, vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.”
Assinar:
Postagens (Atom)