Mesmo sem saber por onde começar, aí vou eu!
Obrigada!
Parece uma palavra simples, mas pra mim não é!
Aos que serão citados, ou não, mas que ajudaram na minha formação acadêmica, fica aqui o meu muito obrigada! Partilhar com vocês esse momento de alegria é como “pagar uma dívida”. Realizo hoje (15-12-2011) um sonho, um momento mágico. Não agradeço somente aos que ajudaram na construção do TCC, não seria justo nem comigo, que tão pouco me ajudei.
Agradeço aqui aos que me ajudaram por qualquer segundo no decorrer desses quatro últimos anos.
Sentirei saudades. Saudades de um DECOM que não existe mais, de um lugar que fui completamente feliz.
De festinhas no gramado, de jogar dominó ao lado de pessoas maravilhosas, que não ousarei listar. Mas cada um sabe de quem estou falando. De estudar, de virar noites, de conhecer pessoas, olhares...
Começo agradecendo a minha família:
Gabriela, minha irmã e musa inspiradora na comunicação e vida!
Minha mãe, meu PAIdastro, que me levavam e pegavam na UFPB por ter pena de uma pobre universitária, além de patrocinarem meus sonhos ($), obrigada!
Ao meu irmão Joel, sempre tão crítico e incentivador as minhas criações.
Sem deixar de falar na minha Vozinha, que acha que eu sou a dona do mundo, que eu posso tudo!
Ao meu irmão Serginho que mesmo distante sempre torceu por mim.
Ao meu cunhado, Rodrigo Cantalice que é para mim, mais que um cunhado, é um irmão!
Ao meu pai, que com todos os seus atropelos, esteve do meu lado!
Primas, primos - filhos e filhas dos meus primos e primas.
Tios, tias – Em especial a Tia Lívia, que participou do TCC.
Sogra, Sogro e Rodrigo Pacheco – Família linda que eu escolho diariamente fazer parte, e que me ajuda sempre!
Obrigada aos que eu abandonei:
Suzana Sitônio – Chegou a hora minha amiga-irmã, vamos para o Carnaval de Salvador!
Larisse, Amanda, Brenna – Amigas de terreno sólido, que eu amo tanto.
Eloá Amorim – Minha Maridah, que viveu comigo muitas aventuras e emoções.
Suzanna Lima – Minha Monorada que se faz presente em cada segundinho da minha vida, mesmo distante.
Marry e Danilo – Foram embora, mas nunca me deixaram.
Pedrinho – Meu aBor lindo, fez as melhores macarronadas da minha vida acadêmica.
Rafael – Que mesmo enchendo o saco, eu sei que me ama!
Aderaldo Júnior – dispensa agradecimentos. Sempre disponível, eficiente, “paciente” e um professor MARAVILHOSO.
Lukas e Paulinne Pereira – Casal AGRAdável, que nos presentearam com Luquinhas!
Ítalo Hipólito – que com toda sua euforia e amor a comunicação, sempre me ajudou!
Aos melhores companheiros de turma que uma pessoa pode ter, Cuscuz de Mundiça:
Bruno Ribeiro - meu anjo da guarda, meu amigo, meu irmão de alma.
Raíssa Brito, Mellyny Batista, Thamyres Máximo, Iaynã Rabay, Valéria Kátya - que se fizeram essenciais na minha vida.
Rômulo Felipe- A surpresa boa que a UFPB me deu.
Leo Borba – Meu oposto, minha sombra amiga!
Priscilla Durand – Motivadora dessa turma com seus sonhos e desejos.
Gyl Dayanna, Dani, Kallyne, Aline, Luis, Coração, Davi, Ramon.
Obrigada ao Cuscuz de Mundiça! Sem vocês eu não teria conseguido, sem vocês não teria feito sentido. Desculpem pelas manhãs de mau humor, chateação, pelas aulas eu que falava demais.
Desculpem minhas falhas humanas.
Aos amigos partidários, os que eu chamo carinhosamente de “amigos de ideologia”.
Obrigada por terem tido paciência com minhas faltas, pelos ensinamentos que ao longo do tempo, me fizeram “crescer”. Ao meu querido GOE, até por que: GOE é GOE:
Denise Miranda, Priscilla Gomes, André Lima, Bertrand Souza, Ziza Maia, Mira Maya, Liana Nunes, Rômulo Hallyson, Verônica Ismael, Frâncio Xavier, Aline Cardoso, Joyce Brito e Tibério Limeira.
Um obrigada bem especial ao companheiro Alexandre Urquiza, que no auge da minha dúvida existencial de que curso fazer, me orientou, incentivou e me mostrou um caminho. Graças a ele, conheci meu grande amor: a comunicação. Além de ter me dado a oportunidade de atuar na minha área. Tem como não agradecer?!
Obrigada ao amigo Victor Braga! Paciência, chatice, incentivo, amizade... Obrigada!
E por último ao meu amor, amigo, companheiro, um anjo em forma de namorado - Gustavo Pacheco. Que me agüentou em 45 TPM’s, duas campanhas eleitorais, um milhão de congressos, seminários, e noites de estudo.
Obrigada por não ter desistido de mim.
Obrigada as pessoas maravilhosas que cruzaram o meu caminho, obrigada Deus, destino, universo... Obrigada!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Resistindo...
Quando passei hoje pelo mar, ele gritou meu nome
Tentou me seduzir como em noites anteriores
Queria meu abraço, daquele mesmo jeito
Despida de qualquer preconceito.
Resisti.
Só pra vê se eu conseguia.
Caí no choro depois.
Burra.
Até quando vai continuar abrindo mão do que gosta?
Essa pergunta era tão minha, tão pra mim.
Me recusei a responder, não quero me contar a resposta.
Quero que seja assim, só isso.
Tenho que saber do que gosto, de quem gosto.
Preciso ser sozinha, estar sozinha, ficar só mais um pouco assim
Quero estar cercada por amigos, mas não dizer meu paradeiro a ninguém.
Quero ser só eu, e só.
Quero ser uma hoje, outra amanhã, outra depois, e depois...
Quero ser a mesma todos os dias.
Com as mesmas manias e vícios de sempre.
E o mais importantes deles... o vício de mudar!
Não quero me sentir amada!
Não me ame.
Não me odeie - não me queira por perto.
Me deixe.
“Não me ame tanto
Eu tenho algum problema com amor demais
Eu jogo tudo no lixo, sempre”
Tentou me seduzir como em noites anteriores
Queria meu abraço, daquele mesmo jeito
Despida de qualquer preconceito.
Resisti.
Só pra vê se eu conseguia.
Caí no choro depois.
Burra.
Até quando vai continuar abrindo mão do que gosta?
Essa pergunta era tão minha, tão pra mim.
Me recusei a responder, não quero me contar a resposta.
Quero que seja assim, só isso.
Tenho que saber do que gosto, de quem gosto.
Preciso ser sozinha, estar sozinha, ficar só mais um pouco assim
Quero estar cercada por amigos, mas não dizer meu paradeiro a ninguém.
Quero ser só eu, e só.
Quero ser uma hoje, outra amanhã, outra depois, e depois...
Quero ser a mesma todos os dias.
Com as mesmas manias e vícios de sempre.
E o mais importantes deles... o vício de mudar!
Não quero me sentir amada!
Não me ame.
Não me odeie - não me queira por perto.
Me deixe.
“Não me ame tanto
Eu tenho algum problema com amor demais
Eu jogo tudo no lixo, sempre”
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Tayopamieta
E logo ele que me fez sorrir com a alma, me pediu perdão.
Eu não o perdoaria jamais.
Não aceitaria que ele mudasse,
Não aceitaria que ele ficasse.
Não se muda um coração tão nobre,
Não se perdoa a quem não te fez mal.
Jamais permitiria que ele mudasse só para ficar comigo,
Só para me ter por mais um pouco.
Ele sabe tudo ao meu respeito, sabe e conhece cada detalhe de mim,
Decifra minhas vontades e gestos com maestria.
Aceita meus sonhos, não questiona.
Eu queria ser questionada.
Queria ser tirada do pedestal, amada como mulher – não como santa.
Vista como sou, cheia de defeitos incuráveis.
Repleta de traumas, por vezes, fora de mim.
Ser santa cansa, ainda mais quando não se é.
Não posso deixar você ficar,
Mas confesso que está doendo te ver ir embora.
Fica mais um pouco, não me peça nada, não fale nada – Silêncio.
Espera eu adormecer.
Acalma minha alma que em pranto não sabe se explicar.
Não me faça promessas, nem me aceite mais como eu sou.
Seja egoísta, se ame mais do que a mim.
Não olhe para trás, me odeie pelo seu tempo perdido.
Guarde com carinho todas as lembranças,
Mas jamais as traga para perto do seu presente, evite comparações.
Seja cada segundo mais feliz do que nós fomos.
Me mate de inveja.
“Amor igual ao teu eu nunca mais terei”
Eu não o perdoaria jamais.
Não aceitaria que ele mudasse,
Não aceitaria que ele ficasse.
Não se muda um coração tão nobre,
Não se perdoa a quem não te fez mal.
Jamais permitiria que ele mudasse só para ficar comigo,
Só para me ter por mais um pouco.
Ele sabe tudo ao meu respeito, sabe e conhece cada detalhe de mim,
Decifra minhas vontades e gestos com maestria.
Aceita meus sonhos, não questiona.
Eu queria ser questionada.
Queria ser tirada do pedestal, amada como mulher – não como santa.
Vista como sou, cheia de defeitos incuráveis.
Repleta de traumas, por vezes, fora de mim.
Ser santa cansa, ainda mais quando não se é.
Não posso deixar você ficar,
Mas confesso que está doendo te ver ir embora.
Fica mais um pouco, não me peça nada, não fale nada – Silêncio.
Espera eu adormecer.
Acalma minha alma que em pranto não sabe se explicar.
Não me faça promessas, nem me aceite mais como eu sou.
Seja egoísta, se ame mais do que a mim.
Não olhe para trás, me odeie pelo seu tempo perdido.
Guarde com carinho todas as lembranças,
Mas jamais as traga para perto do seu presente, evite comparações.
Seja cada segundo mais feliz do que nós fomos.
Me mate de inveja.
“Amor igual ao teu eu nunca mais terei”
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
18 anos - A maior idade da dor
Eu não lembraria sozinha,
Mas hoje fazem 18 anos que você me deixou.
Aí que raiva!
Raiva da saudade que eu sinto, da falta que você me faz.
Da lágrima que se joga sempre que eu penso em você.
Que dia ruim de lembrar,
Que aperto na minha alma.
Queria que todos os momentos tivessem sido ruins,
Queria nunca ter ouvido você me contar histórias.
Queria que as conquistas da minha infância tivessem sido menos comemoradas,
Que meu dom de ser desastrada tivesse te irritado ao menos uma vez.
Que as tardes de brincadeiras intensas tivessem tido um segundo de desentendimento.
Que saudade.
Saudade por ter sido você o meu pai quando eu tanto precisei ter um.
Por teres segurado a minha mão e me ensinado a pintar as tarefinhas,
Saudade de te ver deitado ouvindo atento ao jogo do vasco,
Dos bolinhos de inhame e toda paciência que vinha com eles.
Saudade de te ter como referência.
Tivemos tão pouco tempo, que injusto!
Passaria horas te ouvindo, te cuidando.
Mas não pude, não deu tempo.
Obrigada vozinho pela infância maravilhosa que tive perto de você!
“Naquela mesa está faltando ele e a saudade dele está doendo em mim”
Mas hoje fazem 18 anos que você me deixou.
Aí que raiva!
Raiva da saudade que eu sinto, da falta que você me faz.
Da lágrima que se joga sempre que eu penso em você.
Que dia ruim de lembrar,
Que aperto na minha alma.
Queria que todos os momentos tivessem sido ruins,
Queria nunca ter ouvido você me contar histórias.
Queria que as conquistas da minha infância tivessem sido menos comemoradas,
Que meu dom de ser desastrada tivesse te irritado ao menos uma vez.
Que as tardes de brincadeiras intensas tivessem tido um segundo de desentendimento.
Que saudade.
Saudade por ter sido você o meu pai quando eu tanto precisei ter um.
Por teres segurado a minha mão e me ensinado a pintar as tarefinhas,
Saudade de te ver deitado ouvindo atento ao jogo do vasco,
Dos bolinhos de inhame e toda paciência que vinha com eles.
Saudade de te ter como referência.
Tivemos tão pouco tempo, que injusto!
Passaria horas te ouvindo, te cuidando.
Mas não pude, não deu tempo.
Obrigada vozinho pela infância maravilhosa que tive perto de você!
“Naquela mesa está faltando ele e a saudade dele está doendo em mim”
domingo, 11 de setembro de 2011
Roteiro CENSURADO!
Já me flagrei triste pela felicidade alheia!
Quase morri de inveja.
Alguém tinha realizado minhas vontades, estado no “meu lugar”.
Vivendo a minha vida.
Quis que desse tudo errado pra ela,
Desejei que tudo pudesse começar do zero,
Só que dessa vez, a protagonista da minha história seria eu.
Eu atuando a minha biografia.
Mas não dava.
Tudo deu certo para a nova protagonista.
Eu até quis sair de cena, mas não consegui.
Acabei me contentando com um papel menor, menos importante.
Me alimento deste papel.
Sobrevivo para ter aqueles poucos segundos de atuação plena.
Escapo por saber que mesmo doendo depois, vale a pena agora.
Querer viver algo intensamente não é pecado, não é errado.
Quero um papel maior, quero ser o motivo da existência.
Viver aquela linda história sonhada e que não foi vivida.
Fazer a história ser real.
Prender a plateia, prender-me!
Despir-me das fantasias dos contos
Viver baseada nos fatos reais, com cenas legítimas.
Não precisa ser inédito, não deve ser perfeito.
Quero cometer erros ao vivo.
Mas tudo tem que acontecer enquanto é tempo
Tudo tem que permanecer em harmonia com a vida real.
Não sei atuar pela metade,
Quero poder amar o par perfeito antes do derradeiro aplauso.
“Quem quer viver bem no presente encontra o seu lugar, seu lugar nos braços do sossego”.
Quase morri de inveja.
Alguém tinha realizado minhas vontades, estado no “meu lugar”.
Vivendo a minha vida.
Quis que desse tudo errado pra ela,
Desejei que tudo pudesse começar do zero,
Só que dessa vez, a protagonista da minha história seria eu.
Eu atuando a minha biografia.
Mas não dava.
Tudo deu certo para a nova protagonista.
Eu até quis sair de cena, mas não consegui.
Acabei me contentando com um papel menor, menos importante.
Me alimento deste papel.
Sobrevivo para ter aqueles poucos segundos de atuação plena.
Escapo por saber que mesmo doendo depois, vale a pena agora.
Querer viver algo intensamente não é pecado, não é errado.
Quero um papel maior, quero ser o motivo da existência.
Viver aquela linda história sonhada e que não foi vivida.
Fazer a história ser real.
Prender a plateia, prender-me!
Despir-me das fantasias dos contos
Viver baseada nos fatos reais, com cenas legítimas.
Não precisa ser inédito, não deve ser perfeito.
Quero cometer erros ao vivo.
Mas tudo tem que acontecer enquanto é tempo
Tudo tem que permanecer em harmonia com a vida real.
Não sei atuar pela metade,
Quero poder amar o par perfeito antes do derradeiro aplauso.
“Quem quer viver bem no presente encontra o seu lugar, seu lugar nos braços do sossego”.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A colecionadora de inimigos
Só aqueles que realmente fizeram a diferença, possuem inimigos.
Não é que use de má fé, ou agrida.
É só quem bate de frente, defende os seus.
Esses possuem inimigos!
Só aquele que sabe o limite e o ultrapassa quando o que está em jogo é a felicidade.
É defender um posicionamento, mesmo que seja preciso troca-lo no caminho.
É se fingir de frágil para matar um leão por dia.
É ser forte o suficiente para se deixar amar.
É querer tanto o bem, que faz o mau.
Não ser compreendida faz parte, e por isso, ganha mais um inimigo.
Mais um, mais um, mais um...
Quero vários inimigos.
Quero uma história nobre por ter adquirido cada um deles em meu currículo.
Quero causas nobres,
Quero mudar o que não se achava possível,
Quero adequar todas as situações.
Tenho desejos coletivos,
Revolucionários!
Quero um mundo melhor, quero o simples e o composto.
Quero ser igual a minha Maria.
Que venham quantos inimigos forem preciso ter,
Não os escolherei, mas me deixarei ser escolhida.
Não tiro minha cara da tapa.
Não tenho medo da luta.
Não entro num duelo em vão.
Não estou disposta a parar...
Se você voltou para o ringe, espero que esteja preparado para perder.
Eu estou disposta a ganhar.
A família Miranda mais uma vez se une contra o mesmo inimigo.
Somos uma fortaleza, e Dona Maria precisa de nós!
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho,
eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho"
#ManiaDeTerFéNaVida
Não é que use de má fé, ou agrida.
É só quem bate de frente, defende os seus.
Esses possuem inimigos!
Só aquele que sabe o limite e o ultrapassa quando o que está em jogo é a felicidade.
É defender um posicionamento, mesmo que seja preciso troca-lo no caminho.
É se fingir de frágil para matar um leão por dia.
É ser forte o suficiente para se deixar amar.
É querer tanto o bem, que faz o mau.
Não ser compreendida faz parte, e por isso, ganha mais um inimigo.
Mais um, mais um, mais um...
Quero vários inimigos.
Quero uma história nobre por ter adquirido cada um deles em meu currículo.
Quero causas nobres,
Quero mudar o que não se achava possível,
Quero adequar todas as situações.
Tenho desejos coletivos,
Revolucionários!
Quero um mundo melhor, quero o simples e o composto.
Quero ser igual a minha Maria.
Que venham quantos inimigos forem preciso ter,
Não os escolherei, mas me deixarei ser escolhida.
Não tiro minha cara da tapa.
Não tenho medo da luta.
Não entro num duelo em vão.
Não estou disposta a parar...
Se você voltou para o ringe, espero que esteja preparado para perder.
Eu estou disposta a ganhar.
A família Miranda mais uma vez se une contra o mesmo inimigo.
Somos uma fortaleza, e Dona Maria precisa de nós!
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho,
eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho"
#ManiaDeTerFéNaVida
Eu quero dançar
Hoje estou triste sim amiga(o).
A alma triste, cansada.
Mas não precisa parar.
Não precisa mascarar a felicidade em prol da minha tristeza.
Quero ver os sorrisos,
Quero perto de mim as almas leves.
Sem mudanças,
Sem mentiras.
Não me perguntem se estou bem,
Não questionem o meu silêncio.
Não queiram explicações pelo meu olhar perdido.
Não se afastem de mim.
Me chamem pra dançar,
Coloquem a música na altura máxima,
Me deixem sem par.
Quero dançar só, solta!
Quero meus amigos, quero a paz que vocês me trazem.
Quero aquele bom e velho abraço apertado,
Quero conversas francas, desabafos espontâneos,
Quero vocês como sempre estiveram...
“Não ligue se acaso meu pranto rolar, tudo bem...”
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